Um programa que liga o país
Há encontros que acontecem com naturalidade, quase como se já fizessem sentido antes mesmo de acontecer.
Foi assim com a presença da Olivah no programa Intercidades, do Canal Conta Lá, a convite da Portugal Faz Bem. Um formato que percorre o país como uma viagem em movimento, ligando estúdio e território em tempo real e dando voz a quem constrói cada lugar, das pequenas iniciativas às histórias que definem a identidade de cada região.
É neste tipo de contexto que nos reconhecemos. Um espaço onde a cultura, a tradição e o que é genuinamente português ganham visibilidade, criando proximidade entre comunidades e revelando um país mais completo, diverso e vivo.


Um olhar de dentro
Em conversa com a Rita Ferro Rodrigues, a Gisella partilhou a Olivah a partir de dentro, não apenas o que fazemos, mas como pensamos, como sentimos e como construímos cada peça.
Falou-se de processo, de matéria e de tempo.
A pedra natural continua a ser o nosso ponto de partida, é dela que nascem as ideias, as formas e o desenho. Mas é também dela que vem uma das nossas bases mais importantes, dar continuidade ao que já existe, respeitando a origem e o potencial de cada fragmento.
Foi uma conversa próxima e espontânea, onde houve espaço para pausar e reflectir. Um momento que traduz exactamente aquilo em que acreditamos, que o design nasce da escuta, do material, do território e das histórias que carregamos.
Peças que já fazem parte
Hoje, as peças da Olivah já fazem parte do cenário do Intercidades e também do programa de Juca Magalhães, no mesmo canal.
Uma mesa lateral, uma coffee table e os nossos vasos integram o espaço de forma natural, acompanhando diferentes conversas e momentos. Desta vez, a Gisella levou também algumas peças mais pequenas para a entrevista, explorando um outro lado do nosso trabalho.
Uma bandeja, um halter de ginásio e outros objectos que nascem do reaproveitamento de resíduos da indústria, transformados em peças escultóricas. Porque também criamos com o que encontramos pelo caminho.
Estar ali foi também uma forma de partilhar com mais pessoas um trabalho feito com dedicação e intenção, profundamente ligado a Portugal e às suas pedras naturais.
